"Tornar-se um Jedhi requer o mais profundo comprometimento e mente astuta. A vida de um Jedhi é feita de sacrifícios. Aqueles que mostram aptidão para a Força são levados logo após o nascimento para treinamento no Templo Jedhi (Aguçadoura), preferencialmente após serem desmamados.
Movimento Jedi
Caros, Estamos no Ar...movimento jedi a arrebentar
Estava eu a desfrutar de um grande post-bobyboarding orgasmic Chil combinado com a leitura da última Vert 40 kms do Mar e de repente faço uma careta. O artigo falava de Brad Hughes e lembrei-me da sua onda surfada em Shipsterns, que foi noticia nos telejornais australianos e foi congratulado por surfistas (que estavam na mesma onda em Tow In) pelo seu feito.
Veio-me à memoria o texto do Gonçalo Faria que tinha lido uns dias antes (na mesma edição), onde ele se queixava do facto dos media não terem dado o devido destaque ao bodyboarders que surfaram de braço e pernas (ou noticiado sequer), ao passo que fizeram o maior alarido do Tow In dos surfistas naquele dia na Peralta. Como o Faria muito bem referiu, houve falta de isenção jornalística, pois na verdade os verdadeiros heróis foram os bodyboarders.
Não é preciso muita ciência para comprovamos a discriminação sofrida, se o destaque foi para as maiores ondas surfadas com ajuda de uma moto de água, maior destaque haveria para os desportistas que desceram a onda sem ajuda de uma máquina motorizada.
Não sei o que se passou, nem tão pouco saberemos, possivelmente especulo que o editor do telejornal da SIC seja surfista de um nível algo fraco e por isso tenta exultar o desporto recém-descoberto no seu universo - talvez portador do complexo de Napoleão.
A verdade ficou mais uma vez escondida na realidade dos factos omitidos, mas na "verdade" existem sempre várias perspectivas da mesma coisa, ou seja, como alguem disse a verdade é subjectiva. O subjectivismo não para negar a verdade dos factos, mas porque a verdade é individual (a cada um). E é isso o que realmente importa, pois se nós sabemos que naquele dia os riders de esponja foram magníficos, não é importante o que é que o telejornal noticiou, o que é importante é o que nós BEM O SABEMOS!!!
Last but no least foi a falta de desportivismo por parte dos surfistas portugueses aos bodyboarders portugueses, em congratula-los pelo seu heroísmo ou loucura. Lá esta a mentalidade portuguesa, possivelmente não querendo afastar os patrocínios, é algo diferente da mentalidade australiana... devagar devagarinho um dia chegaremos lá...se o Monopolio do SURF Deixar?
esta tb é TOP...comentario do ricardo araujo p/ os compradores/utilizadores (OTARIOS)da Power Balance:
"Uma bugiganga para o século XXI Se a pulseira do equilíbrio produzisse, de facto, equilíbrio, assim que o seu proprietário a colocasse no pulso pensaria: "Espera aí, acabei de dar mais de 30 euros por uma argola de borracha. Percebo agora que não foi uma decisão particularmente equilibrada. Vou à loja tentar recuperar o dinheiro 9:37 Quinta feira, 2 de Set de 2010
De acordo com os últimos dados, mais de 20 mil portugueses já adquiriram a milagrosa pulseira que todos os estudos científicos dizem não funcionar. Não admira. De que serve um estudo científico se a pulseira é ainda mais científica? Um dos responsáveis pela distribuição da pulseira em Portugal revelou ao Correio da Manhã que o segredo está nos "dois hologramas quânticos embebidos numa frequência com iões negativos" que vão "estabilizar a nossa frequência". Quando o jornal confrontou um professor de Física da Universidade de Coimbra com esta explicação, aconteceu o habitual: obviamente invejoso por nunca ter embebido hologramas em iões, o professor disse que aquele paleio pseudocientífico não fazia qualquer sentido. Infelizmente, na comunidade científica é sempre assim: bem podem as pulseiras reluzir nas montras, com os hologramas ainda a pingar iões, que haverá sempre alguém a negar que as nossas frequências possam ser estabilizadas pelas frequências quânticas. A desfaçatez!
Dito isto, devo, no entanto, confessar que sou moderadamente cético quanto às capacidades da pulseira. Não digo que a pulseira do equilíbrio não provoque bem-estar. O que digo é que provoca mais em quem a comercializa do que em quem a usa. Creio que, se a pulseira do equilíbrio produzisse, de facto, equilíbrio, assim que o seu proprietário a colocasse no pulso pensaria: "Espera aí, acabei de dar mais de 30 euros por uma argola de borracha. Percebo agora que não foi uma decisão particularmente equilibrada. Vou à loja tentar recuperar o dinheiro." No entanto, é falso que a pulseira não produza qualquer efeito. Quem a usa passa a empenhar-se numa espécie de proselitismo gratuito, informando os amigos dos benefícios de andar com coisas quânticas ao dependuro. E é possível que a energia despendida nesta tarefa produza efeitos saudáveis, uma vez que explicar um processo fantasioso através de palavras que não se compreendem constitui um esforço notável. Pela minha parte, começo a sentir alguns efeitos da pulseira mesmo não a tendo adquirido. A admiração que tenho pelo fenómeno levou-me a agir de um modo que, segundo creio, não tardará em produzir melhoras na minha qualidade de vida. O meu plano é encomendar 50 mil anilhas para pombos a dez cêntimos cada. Depois, mergulhá-las num caldo de iões tão quânticos quanto me for possível, e vendê-las a 30 euros a unidade sob a designação de "O Anel da Temperança". E, anualmente, renovar o stock de charlatanice quântica com novidades. O Colar da Constância, Os Brincos da Estabilidade e A Gargantilha da Harmonia garantir-me-ão, acredito, negócio para a próxima década. Estejam atentos."
meus amigos quando quiserem identificar um OTARIO...olhem para o seu PULSO....LOL!!!!!!!!
Piu pui...publica lá esta VERDADE, my first POST:
ResponderEliminarA Verdade é Subjectiva
Estava eu a desfrutar de um grande post-bobyboarding orgasmic Chil combinado com a leitura da última Vert 40 kms do Mar e de repente faço uma careta. O artigo falava de Brad Hughes e lembrei-me da sua onda surfada em Shipsterns, que foi noticia nos telejornais australianos e foi congratulado por surfistas (que estavam na mesma onda em Tow In) pelo seu feito.
Veio-me à memoria o texto do Gonçalo Faria que tinha lido uns dias antes (na mesma edição), onde ele se queixava do facto dos media não terem dado o devido destaque ao bodyboarders que surfaram de braço e pernas (ou noticiado sequer), ao passo que fizeram o maior alarido do Tow In dos surfistas naquele dia na Peralta. Como o Faria muito bem referiu, houve falta de isenção jornalística, pois na verdade os verdadeiros heróis foram os bodyboarders.
Não é preciso muita ciência para comprovamos a discriminação sofrida, se o destaque foi para as maiores ondas surfadas com ajuda de uma moto de água, maior destaque haveria para os desportistas que desceram a onda sem ajuda de uma máquina motorizada.
Não sei o que se passou, nem tão pouco saberemos, possivelmente especulo que o editor do telejornal da SIC seja surfista de um nível algo fraco e por isso tenta exultar o desporto recém-descoberto no seu universo - talvez portador do complexo de Napoleão.
A verdade ficou mais uma vez escondida na realidade dos factos omitidos, mas na "verdade" existem sempre várias perspectivas da mesma coisa, ou seja, como alguem disse a verdade é subjectiva. O subjectivismo não para negar a verdade dos factos, mas porque a verdade é individual (a cada um). E é isso o que realmente importa, pois se nós sabemos que naquele dia os riders de esponja foram magníficos, não é importante o que é que o telejornal noticiou, o que é importante é o que nós BEM O SABEMOS!!!
Last but no least foi a falta de desportivismo por parte dos surfistas portugueses aos bodyboarders portugueses, em congratula-los pelo seu heroísmo ou loucura. Lá esta a mentalidade portuguesa, possivelmente não querendo afastar os patrocínios, é algo diferente da mentalidade australiana... devagar devagarinho um dia chegaremos lá...se o Monopolio do SURF Deixar?
2ºPost:
ResponderEliminaresta tb é TOP...comentario do ricardo araujo p/ os compradores/utilizadores (OTARIOS)da Power Balance:
"Uma bugiganga para o século XXI
Se a pulseira do equilíbrio produzisse, de facto, equilíbrio, assim que o seu proprietário a colocasse no pulso pensaria: "Espera aí, acabei de dar mais de 30 euros por uma argola de borracha. Percebo agora que não foi uma decisão particularmente equilibrada. Vou à loja tentar recuperar o dinheiro
9:37 Quinta feira, 2 de Set de 2010
De acordo com os últimos dados, mais de 20 mil portugueses já adquiriram a milagrosa pulseira que todos os estudos científicos dizem não funcionar. Não admira. De que serve um estudo científico se a pulseira é ainda mais científica? Um dos responsáveis pela distribuição da pulseira em Portugal revelou ao Correio da Manhã que o segredo está nos "dois hologramas quânticos embebidos numa frequência com iões negativos" que vão "estabilizar a nossa frequência". Quando o jornal confrontou um professor de Física da Universidade de Coimbra com esta explicação, aconteceu o habitual: obviamente invejoso por nunca ter embebido hologramas em iões, o professor disse que aquele paleio pseudocientífico não fazia qualquer sentido. Infelizmente, na comunidade científica é sempre assim: bem podem as pulseiras reluzir nas montras, com os hologramas ainda a pingar iões, que haverá sempre alguém a negar que as nossas frequências possam ser estabilizadas pelas frequências quânticas. A desfaçatez!
Dito isto, devo, no entanto, confessar que sou moderadamente cético quanto às capacidades da pulseira. Não digo que a pulseira do equilíbrio não provoque bem-estar. O que digo é que provoca mais em quem a comercializa do que em quem a usa. Creio que, se a pulseira do equilíbrio produzisse, de facto, equilíbrio, assim que o seu proprietário a colocasse no pulso pensaria: "Espera aí, acabei de dar mais de 30 euros por uma argola de borracha. Percebo agora que não foi uma decisão particularmente equilibrada. Vou à loja tentar recuperar o dinheiro." No entanto, é falso que a pulseira não produza qualquer efeito. Quem a usa passa a empenhar-se numa espécie de proselitismo gratuito, informando os amigos dos benefícios de andar com coisas quânticas ao dependuro. E é possível que a energia despendida nesta tarefa produza efeitos saudáveis, uma vez que explicar um processo fantasioso através de palavras que não se compreendem constitui um esforço notável.
Pela minha parte, começo a sentir alguns efeitos da pulseira mesmo não a tendo adquirido. A admiração que tenho pelo fenómeno levou-me a agir de um modo que, segundo creio, não tardará em produzir melhoras na minha qualidade de vida. O meu plano é encomendar 50 mil anilhas para pombos a dez cêntimos cada. Depois, mergulhá-las num caldo de iões tão quânticos quanto me for possível, e vendê-las a 30 euros a unidade sob a designação de "O Anel da Temperança". E, anualmente, renovar o stock de charlatanice quântica com novidades. O Colar da Constância, Os Brincos da Estabilidade e A Gargantilha da Harmonia garantir-me-ão, acredito, negócio para a próxima década. Estejam atentos."
meus amigos quando quiserem identificar um OTARIO...olhem para o seu PULSO....LOL!!!!!!!!