
Para aos mais esquecidos ou para os mais distraídos…faz um ano que o nosso grande amigo “Para” nos deixou.
Faz hoje precisamente um ano, em que me tornei uma pessoa mais incompleta, mais vazia, mais triste e mais pobre. Uma das maiores riquezas que um homem pode ter são os seus amigos, e o “Para” sem dúvida, que era uma das minhas maiores “conquistas”.
Infelizmente que nos deixou e ficou um vazio não só na terra, mas também no coração daqueles que partilhavam, com ele, uma amizade sustentada nas coisas boas que tinha e que muito poucos conseguem igualar.
Costuma-se dizer que nos temos capacidade e a tendência de nos lembrarmos apenas dos maus momentos em prol dos bons, mas por muito que me esforce, apenas me vêem a cabeça os inúmeros bons momentos que passamos juntos, e as dezenas de historias e aventuras que ficavam para contar.
“Para”: Não há um dia que não pense em ti, não há um dia que não me lembre o que passamos junto…aquilo que partilhamos, as historias que haviam sempre para contar….os momentos de tédio…inesperadamente transformados em momentos únicos que todos queríamos fazer parte de.
Sem duvida que marcas-te a minha vida…tenho a certeza que caso não tivesses feito parte, ela seria bem diferente do que é hoje, para pior.
Há emoção para que possa haver paz.
Não há ignorância, há conhecimento adquiridos pelo senso comum e pelo conhecimento científico.
Não há paixão, há serenidade depois de nos apaixonarmos.
Há harmonia depois de bons momentos de Caos (num bom sentido).
Não há morte, há a Força. Sinto que estás sempre por perto.
Ninguém mais do o “Para” proporcionava momentos verdadeiramente Jedhis…Como tal, proponho ser-lhe atribuído, única e exclusivamente ao “Para” o titulo máximo da estrutura Jedhi, o “Mestre do Conselho Jedhi”.